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Ajude famílias armênias

de Artsakh (Nagorno Karabakh) 

que sofreram com os

bombardeios do Azerbaijão

REFUGIADOS ARMÊNIOS PRECISAM DO NOSSO APOIO

SAIBA MAIS SOBRE O CONFLITO

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Dezenas de milhares de armênios estão hoje refugiados depois de, em 27 de setembro de 2020, o Azerbaijão ter lançado um ataque contra a República de Artsakh, uma região autônoma de população armênia. O ataque durou semanas, foi cuidadosamente planejado e teve como alvo a população civil, não posições militares.

 

A República de Artsakh (antiga Nagorno-Kharabakh, em amarelo no mapa),é localizada no Sul do Cáucaso, entre a Europa e a Ásia, e há milênios é habitada por armênios. Antes do ataque se iniciar, tinha cerca de 150 mil habitantes. O conflito na região começou décadas atrás, no início da União Soviética, depois que esse território foi arbitrariamente cedido por Stálin ao Azerbaijão, contra o desejo da população local, como parte de uma política soviética de fragmentar e apagar identidades nacionais.

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Com a queda da União Soviética, depois de diversas perseguições na região, a população cristã armênia decidiu declarar sua independência do Azerbaijão, com medo de sofrer novos massacres na mão do povo azeri (muçulmanos de origem turca, grupo étnico que também foi responsável pelo Genocídio Armênio — um dos maiores genocídios da história — com 1,5 milhão de vítimas). Uma guerra foi travada e vencida pela população armênia de Artsakh em 1994, ao custo de 30 mil vidas, e o conflito ficou então “congelado”.

 

Com a crise financeira causada pelo COVID e a queda nos preços do petróleo em 2020, a economia do Azerbaijão foi gravemente afetada, e a população passou a protestar contra o governo corrupto e ditatorial. Nesse contexto, o conflito na região veio novamente à tona ao passo que perseguir um “inimigo externo” armênio ajudaria a desviar o foco dos problemas locais. Os ataques se iniciaram, e o Azerbaijão recebeu ainda apoio do aliado governo turco (que possui um forte histórico de conflitos com outros povos), o qual enviou milhares de mercenários jihadistas e equipamento bélico para a guerra.

 

Após seis semanas de ataques ininterruptos à população civil armênia de Artsakh e perdas incontáveis de patrimônios históricos, culturais, e ambientais, foi anunciado em 9 de novembro um acordo trilateral entre o governo da Armênia, do Azerbaijão, e da Rússia, que delimitava terras de Artsakh que seriam cedidas ao Azerbaijão. Desde então, ainda há muita instabilidade na região, que inclui crimes de guerra e tortura a prisioneiros do conflito, depredações a mais patrimônios culturais, e violações do cessar fogo.

 

Dezenas de milhares de armênios foram forçados a sair de suas casas e migraram principalmente para a Armênia e para territórios remanescentes de Artsakh. São famílias devastadas pela guerra, que infelizmente perderam tudo e precisam do apoio de todos nós para reconstruírem suas vidas.

SAIBA MAIS:

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Ajude famílias armênias a recomeçarem suas vidas. As doações serão revertidas para a compra de itens básicos em higiene pessoal, alimentos, roupas e aquecedores (que serão essenciais para ajudar a se protegerem do inverno rigoroso).

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O conflito infelizmente deixou milhares de soldados e civis com ferimentos dos mais variados níveis. Sua ajuda será essencial para a recuperação de todos, com os devidos tratamentos médicos.

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Depois do sucesso da campanha global “Nós Somos Nossas Fronteiras" (We are our borders), do Fundo Nacional Armênia (Hayastan All Armenian Fund), apoiada também globalmente pela UGAB, a UGAB Brasil decidiu continuar sua iniciativa de arrecadação de fundos aos refugiados.

 

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